Segunda-feira, 20 de Maio de 2013

Suécia e o imposto misândrico




Existe uma cidade universitária no norte da Suécia chamada Umeå cuja Câmara Municipal tem um comité de igualdade. Este comité colocou sobre a mesa um debate em torno da imposição de taxas por sexo, especificamente uma taxa sobre os homens.  O que é interessante é a justificação que é dada para a imposição desta taxa especial sobre os homens:
Umeå será município sueco que mais trabalhará em prol da igualdade - município esse onde os homens e as mulheres terão o poder de moldar as suas vidas e moldar a sociedade em termos iguais, com a mesma influência e as mesmas oportunidades de viver vidas financeiramente independentes.
Se por acaso vocês se questionam do porquê eu escrever tanto sobre a Suécia, isso prende-se com o facto deste país expressar de modo claro e aberto os princípios liberais.

Um dos propósitos do liberalismo é autonomia individual.  Por autonomia entenda-se a capacidade individual de auto-determinar a sua própria vida e ser independente. A igualdade significa que os indivíduos possuem o mesmo nível de autonomia: o mesmo "o poder de moldar as suas vidas" e "as mesmas oportunidades de viver vidas financeiramente independentes."

Os Suecos estão convencidos de que a autonomia e a independência são obtidas através das carreiras profissionais e através do dinheiro. Devido a isto, a igualdade para as mulheres significa que as mulheres devem-se comprometer de igual modo com as suas carreiras e devem receber pelo menos as mesmas somas de dinheiro que os homens.

Partindo deste ponto, o comité da igualdade de Umeå está absolutamente convencido de que é uma enorme injustiça as mulheres passarem mais tempo que os homens com os seus filhos. Os homens têm que ter a sua quota parte na licença de parto, se é para que a igualdade exista.

Semelhantemente, o comité da igualdade de Umeå acredita que a justiça requer que as mulheres sejam feitas, de modo perfeito, financeiramente independentes dos homens através da garantia de ganhos iguais (mesmo que isto signifique taxar mais os homens como forma de reduzir o dinheiro que os homens trazem para casa).

Como consequência desta forma de pensar, deparamo-nos com ideias como esta:
Os objectivos gerais da igualdade de género do município Umeå são: criar oportunidades de modo a que as mulheres e os homens tenham o poder de moldar a sociedade e as suas próprias vidas.
Um factor importante da igualdade de género é a independência económica. Consequentemente, será que não é hora de introduzirmos uma taxa de género? A taxa genética seria feita de modo a que os homens pagassem impostos mais elevados uma vez que persistem ainda diferenças salariais sem explicação na ordem dos 7% em favor dos homens.

Mas existem mais motivos que levam a que haja uma diferença mensal entre os ordenados dos homens e das mulheres de cerca de 4,500 kronor. Estes motivos centram-se nas escolhas que temos que fazer e como estas escolhas são valorizadas. As mulheres ainda ficam com a maior parte da licença de parto, para além de terem mais trabalhos em regime de part-time e desempenharem mais trabalho não remunerado em casa. (...) É importante falar desta injustiça e assumir as responsabilidades.

Será que devemos ser economicamente e financeiramente independentes? Como é que chegaremos lá? Será a taxa da igualdade a única opção? Ou será que existem outras vias?

Fechar a diferença salarial, desafiar as estruturas e trabalhar activamente para uma distribuição igual do trabalho não remunerado, quebrar com a segregação sexual que existe no mercado de trabalho, garantir que os pais levam a cabo uma proporção maior da licença de paternidade, desafiar as nossas próprias crenças e ter coragem para ver as coisas tal como elas são e não como nós pensamos que são.

... Um município onde todas as mulheres e todos os homens têm o poder de moldar as suas vidas e moldar a sociedade da mesma forma, com o mesmo poder e com a mesma voz, de modo a que tanto as mulheres como os homens sejam capazes de viver financeiramente independentes durante toda a sua vida.
A maior parte dos países ocidentais segue esta linha de pensamente, mesmo quando não são tão frontais na sua exposição. 

Eu considero esta posição uma visão estéril da sociedade, uma onde se assume que as mulheres perdem algo quando os homens se dedicam ao papel de provedor, e uma onde o propósito não é uma união mais próxima e complementar entre os homens e as mulheres mas sim o máximo de independência.

É também uma visão que assume que a maternidade é um factor negativo na vida da mulher - um potencial impedimento para a aquisição de dinheiro e independência - e que como tal, esse papel tem também que ser delegado igualmente aos homens.

Este tipo de liberalismo, quando analisado até aos seus propósitos essenciais, centra-se na carreira profissional e no dinheiro e nada mais. É uma expressão reles e desanimada da cultura Ocidental.

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A Suécia está um bom bocado mais avançada no seu feminismo, e como tal, medidas que colocam impostos mais altos sobre os homens são consequência lógica desse avanço. Obviamente que nós podemos ver que esta medida é misândrica substituindo "homens" por "negros" ou "chineses" ou outra etnia qualquer. Colocar fardos financeiros superiores sobre um grupo social apenas e só devido à sua composição genética está errado; mas dentro da forma de pensar feminista faz todo o sentido.
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Domingo, 19 de Maio de 2013

Mulher deu à luz um bebé com 4,5 gramas de álcool no sangue

Recém-nascido com elevada taxa de alcoolemia encontra-se em perigo de vida e mãe arrisca-se a enfrentar consequências penais.

Na Polónia, uma mulher deu à luz um bebé com 4,5 gramas de álcool no sangue.

A mãe, de 24 anos, terá desmaiado numa loja de bebidas alcoólicas e foi transportada com urgência para o hospital, com uma taxa de 2,6 gramas de álcool por litro de sangue.

A mulher foi imediatamente internada e os médicos viram-se obrigados a realizar uma cesariana com urgência para conseguir salvar o bebé, atendendo ao elevado nível de álcool que a jovem tinha no sangue.

"Quando saiu, o seu coração [do bebé] batia muito pouco e tinha 4,5 gramas de álcool no sangue", conta Wokciech Zawalski, porta-voz do hospital local.

Na Polónia a taxa máxima de álcool no sangue permitida a um condutor é de 0,2 gramas por litro, pelo que o recém-nascido tinha um valor 23 vezes acima do permitido.

O bebé, que nasceu duas semanas antes do previsto, está inserido numa incubadora na unidade de cuidados intensivos e está a ser alvo de uma desintoxicação.

A mulher arrisca-se a perder a guarda do filho e a passar cinco anos na prisão por ter colocado a vida do bebé em risco.

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Sexta-feira, 17 de Maio de 2013

O que é que acontece quando os homens bem sucedidos não se querem casar com a mulher moderna?

Um vislumbre fascinante para dentro da lógica da mulher moderna, que espera que o homem cumpra o seu papel de provedor, sem que ela cumpra o papel maternal associado à sua biologia:
O meu namorado é dono duma companhia que constrói aplicativos para os iPhone. No ano passado ele teve um lucro pessoal de mais de $650,000, só no salário. Este ano muito provavelemente ele terá o dobro disso. Eu, por outro lado, tenho um negócio em dificuldade o qual espero fazer crescer. 
O problema é que o meu namorado gasta muito dinheiro nos seus projectos, nas suas obras de caridade, nos seus investimentos, e nas suas actividades sociais - e gasta um tempo imenso a falar das coisas caras que quer comprar para si. 
Não é isto um bocado insensível da sua parte? Eu estou a trabalhar tanto! Eu sei que serei bem sucedida, mas não consigo sair e comprar - muito menos esbanjar - nesta altura da minha vida.

Nós já estamos juntos há 3 anos, e ele é suficientemente generoso ao pagar-me jantares e férias (como aquela que tivemos em França). Mas ele não se oferece para partilhar o seu sucesso. Todos sabemos que ele trabalhou imenso para ter o sucesso que tem, mas será que eu não tenho direito a parte dos seus lucros uma vez que já estamos juntos há três anos?
É suficientemente mau que o regime legal tenha encapsulado o Imperativo Feminino nas leis de forma que a mera sanção de um casamento estatal confira à mulher o direito de ficar com uma percentagem significativa dos bens do marido, embora já não forneça ao homem o direito ao corpo da mulher. Mas agora que os homens mais astutos evitam de forma crescente os riscos legais inerentes ao casamento, podemos observar para onde o Imperativo Feminino nos levará a seguir: o mero acto de passar algum tempo na proximidade dum homem passará a ser justificação suficiente para uma transferência de recursos financeiros.

É precisamente por isto que nenhum homem bem sucedido deve coabitar com uma mulher (porque o mero acto dela aceitar a coabitação é sinal de que ela não tem valores familiares firmes) a menos que ele esteja disposto a correr os riscos associados ao casamento actual. Tal como a pessoa que escreveu a carta diz, a mulher que se envolve com um homem sentirá que tem um direito intrínseco aos seus bens, independentemente da natureza exacta do seu envolvimento. 

E note-se no conselho que a colunista lhe dá: "Eu estou totalmente de acordo com as mulheres que usam todas as armas ao seu dispor para obter o que elas querem."

A parte interessante é
: será que ela acredita na igualdade? Qual é a diferença entre a posição que ela defende e a ideia de que o homem deve usar todas as armas ao seu dispor, incluindo a sua superior força física, para obter o que ele quer?

Fonte

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Antigamente, se este homem bem sucedido quisesse usufruir da sexualidade desta mulher, ele teria que casar com ela e partilhar os seus recursos com a esposa. Hoje, graças ao colapso da moral Cristã, as mulheres disponibilizam a sua sexualidade aos homens bem sucedidos sem que exista qualquer tipo de vínculo matrimonial.  O que isto significa é que quando a mulher se envolve sexualmente com um homem com quem não tem um vínculo matrimonial, ela está a passar a uma mensagem específica que o homem assimila como algo do tipo "Esta mulher não serve para mãe dos meus filhos" ou "Ela não serve como esposa fiel". 

Uma das evidências muito fortes em favor desta posição é o facto deles estarem juntos há 3 longos anos, mas ele não lhe ter pedido em casamento. Para quê é que ele a pediria em casamento se ele já tem tudo o que ele quer dela sem, no entanto, ter qualquer vínculo legal?

As más notícias para as mulheres modernas, é que, uma vez que os homens já estão a ficar alertas para esta mudança na mentalidade feminina, eles não só evitam de todo o casamento, como se apressam a trocar de namorada - por uma mais nova e mais bela - quando se apercebem que a sua actual ultrapassou os 30 anos de idade e está a perder a sua beleza e juventude. E eles seguem fazendo isto até quando for possível. Um exemplo disto é Silvio Berlusconi.

Conclusão:
A ética moral vigente é benéfica para uma minoria de homens (os mesmos homens que instalaram essa mesma ética), e má para todas as mulheres e para a esmagadora maioria dos homens. Que pena que a maior parte das mulheres ainda não se tenha apercebido disso.
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Terça-feira, 14 de Maio de 2013

Como as mulheres são responsáveis pela sua própria infertilidade


Enquanto ela se sentava na minha clínica de fertilidade, a mulher, na casa dos 30, chorosamente explicou a sua confusão do porquê não conseguir engravidar. Todas as amigas, disse-me ela, tinham engravidado após alguns meses de tentativas. Ela comia de forma saudável, ia ao ginásio e como tal, não conseguia entender o porquê de não conseguir engravidar. Seria a FIV (Fertilização in Vitro)a sua única opção, perguntou-me ela.

Mas após escavar um pouco, tornou-se claro o porquê dela e do seu marido terem sido capturados na mesma armadilha na qual eu vejo muitos casais a cair.

Primeiro, ela estava em pânico devido à sua idade. Ela estava do lado errado dos 35 anos e, segundo ela, tinha deixado as coisas para demasiado tarde. Obviamente, embora quanto mais velha sejas, menor seja a qualidade dos teus ovos saudáveis, mais complicado seja conceber e maiores sejam as probabilidades dumaborto espontâneo, a sua idade não era o problema mais significativo. Se à sua idade acrescentarmos a sua vida social - fins-de-semana preenchidos por uma mistura hebonista de álcool e calmantes -, as suas longas e estressantes horas de trabalho - tempo esse durante o qual ela mal tinha tempo para ver o seu marido e muito menos fazer amor com ele -  ficamos com a ideia de que a sua infertilidade não pode ser algo de surpreendente.

Agora, e tal como tudo no seu estilo vida eu-posso-ter-tudo-quando-quiser, ela desejava conceber imediatamente, mesmo que isso significasse submeter-se a uma FIV. Na verdade, ela precisava de dar um passo atrás e considerar o que poderia fazer em relação ao seu estilo de vida.

Eu vejo mulheres assim quase todos os dias. A verdade dos factos é que elas nem sofrem de problemas de concepção, mas sim de impaciência, algo que está emoldurado num panorama onde tudo o resto em torno das suas vidas tem um impacto negativo. Não acredito nem por um momento que as mulheres deveriam "obter tudo" ou "ter tudo". Eu gostaria que lhes encorajassem a ter filhos cedo, e preocuparem-se com a carreira mais tarde.

Tem sido feito um grande desserviço a esta geração de mulheres. Foi-lhes dito para irem estudar, obter qualificações e atingir um patamar nas suas carreiras onde pudessem, então, "assentar". Mas a vida nem sempre avança segundo tal padrão, e frequentemente as mulheres não têm um plano de segurança para quando chegam aos seus anos 30 e subitamente se apercebem que estão sozinhas. 

Eu digo sempre à minha filha de 23 anos para não deixar a gravidez para demasiado tarde. Sim, seria ideal se ele tivesse o bebé dentro do casamento e tivesse já atingido um ponto óptimo na sua carreira, mas, na verdade, a vida nem sempre é esse paraíso. Acredito que é mais importante dizer às mulheres que não há altura nenhuma das suas vidas onde tudo está perfeito.

Esta é a mensagem que dou à Sophie , e acredito que ela fará o mesmo às suas filhas e assim por diante.

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Como dito no passado, todas as ideologias que fomentam o carreirismo e a promiscuidade junto das mulheres, aumentam as probabilidades dela passar a parte final da sua vida em arrependimento profundo e mágoa

O curioso (e o trágico) desta situação não é a existência de pessoas que, por motivos ideológicos/políticos, promovem junto das mulheres este estilo de vida, mas sim a quantidade de mulheres que ainda acredita que após 10/15 anos de carreirismo e "sexo livre", e já na casa dos 35/40 anos, pode obter da vida as mesmas coisas que poderia obter quando tinha 23, 25 ou mesmo 27 anos.

A biologia feminina é totalmente diferente da biologia masculina (e ainda bem que assim é). A mulher, ao contrário dos homens, tem constrangimentos temporais para a maternidade. Entregar o seu periodo mais fértil (e de beleza máxima) a movimentos anti-mulher e anti-vida como feminismo (ou ao carreirismo) só pode ter consequências desastrosas para as mulheres

Obviamente, que se isto (feminismo, carreirismo, promiscuidade, etc) é mau para as mulheres, então é igualmente mau para toda a sociedade visto que é muito pouco provável que uma civilização permaneça saudável e funcional quando as mulheres não se encontram felizes.
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Sábado, 11 de Maio de 2013

Louise Pennington admite que as feministas não querem igualdade mas supremacia


As feministas alegam que o feminismo centra-se na igualdade. Os MRAs ("Men's Rights Acivists") e muitos outros anti-feministas sabem que o feminismo centra-se na supremacia feminina e não na igualdade. Louise Pennington, escrevendo para o Huffington Post, admite isso mesmo (que feminismo = supremacia feminina) e defende que a "igualdade" nada mais é que cortina de fumo feita para impedir a libertação das mulheres:
O meu feminismo original centrava-se na igualdade: as mulheres eram iguais aos homens e tudo o que nós precisávamos eram de leis que forçassem os misóginos a parar de ser misóginos. À medida que vou envelhecendo, mais vou acreditando que a "igualdade" nada mais é  que uma cortina de fumo feita para impedir a verdadeira libertação das mulheres. A igualdade perante a Lei não significa nada quando a violência é endémica.
E o que é a "verdadeira libertação da mulher"? Nada mais que o supremacismo feminino. Uma vez que Pennington é, ao mesmo tempo, contra a igualdade entre homens e mulheres e presumivelmente contra a inferioridade das mulheres perante os homens (visto que desta forma as mulheres não estariam "libertas"), a única opção que sobra é a dela apoiar a supremacia feminina. Isto é confirmado pelo ataque que ela faz à igualdade perante a lei:
O feminismo necessita mais do que a igualdade. Requer a libertação. Requer a libertação de TODAS as mulheres da violência masculina.
Apesar de se saber que a total eliminação do crime (ou da violência) seria impossível, os governos têm desencadeado uma guerra contra o crime desde que os governos começaram a existir. A única forma de se tentar fazer tal coisa (acabar com o crime) seria criar um estado-policial com características nunca vistas até hoje - nem na União Soviética. Nem o socialismo nem o estado-policial da União Soviética foram suficientemente totalitários e suficientemente supremacistas femininos para os gostos da Louise Pennington porque os socialistas afirmavam lutar pela igualdade e pela ideia dos homens e as mulheres terem os mesmos direitos. 
Até dois anos atrás, eu identificar-me-ia como uma feminista-socialista, embora eu soubesse que a opressão estrutural contra as mulheres estava em crescimento. A misoginia implacável e a apologia da violação sexual por parte da Esquerda fez-me reconsiderar a minha posição política, tal como a criação do "Feminist/Women’s Rights" na Mumsnet.
Quanto mais eu lia a Mumsnet, mais feminista radical me tornava. Comecei a ler Andrea Dworkin, Natasha Walters, Kate Millett, Susan Faludi, Susan Maushart, Ariel Levy, Gail Dines, Germaine Greer, e Audre Lorde. Aprendi mais sobre o femicídio cultural e comecei a ler só livros de ficção escritos por mulheres: Isabel Allende, Alice Walker, Maya Angelou, Kate Mosse, Margaret Atwood, Kris Radish, Barbara Kingsolver, e Andrea Levy entre muitas outras. Comecei a ler mais sobre a vida das mulheres e sobre o poder da genuína irmandade.
O meu feminismo, tanto a definição como o activismo, alteraram-se de modo dramático durante os últimos 18 anos. Hoje, eu classifico-me como uma feminista pró-radical anti-capitalista uma vez que acredito que a fonte da opressão da mulher é a violência masculina perpetuada pelas estruturas da nossa economia capitalista. O Patriarcado pode pré-datar o capitalismo mas nós não o conseguiremos destruir sem destruir ao mesmo tempo o capitalismo.
Nem sempre me sinto como uma "feminista genuína" ou uma feminista "suficientemente boa". Tudo o que sei é que sou uma feminista que acredita de modo verdadeiro que as mulheres têm o poder de libertar todas as mulheres da violência masculina; de modo fiundamental, esse feminismo centra-se no poder da irmandade.
O meu activismo feminista envolve privilegiar as vozes femininas acima das vozes masculinas. Hoje em dia eu só leio livros escritos por mulheres. Tento obter as notícias do mundo actual de sites femininos e de jornalistas tais como Soraya Chemaly, Samira Ahmed, Bidisha, Helen Lewis, Bim Adewunmi, e Sarah Smith.
No Twitter e no Facebook só sigo jornalistas que sejam mulheres. Dou o meu apoio a organizações que colocam as experiências femininas no centro do debate público: "Women Under Siege", "The Everyday Sexism Project", e "The Women’s Room UK".
Pennington afirma que ela está a dar privilégio às mulheres acima dos homens. Isto não se esgota no que ela lê ou no seu activismo. Através do seu artigo, Pennington não ataca uma ideia vaga da "igualdade"; ela ataca noções específicas de igualdade, nomeadamente, a igualdade perante a lei. Ser contra a igualdade perante a lei significa que Pennington quer elevar as mulheres acima dos homens aos olhos da lei (que é o aspecto mais importante da supremacia feminina).

O texto não deixa dúvidas de que Pennington é uma supremacista feminina, e de que o feminismo se centra no supremacia feminina.

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Especialmente dedicado aos idiotas úteis que contraditoriamente se identificam como "homens feministas".



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